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27/07/2010 - 22h20

Em acareação, menor nega que Eliza foi esquartejada

Belo Horizonte - O advogado Eliézer Jônatas Almeida Lima, que defende o adolescente de 17 anos, primo do goleiro Bruno, afirmou que o jovem desmentiu que Eliza Silva Samudio, tivesse sido esquartejada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. O desmentido foi feito em acareação entre o menor J. e Sérgio Rosa Sales, também primo de Bruno, na sede do Departamento de Investigações de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP), em Belo Horizonte. "Ele desmentiu toda a cena dantesca que havia sido narrada antes sobre o esquartejamento e as mãos de Eliza sendo jogadas para cães. Isso não existe", disse.

Durante a acareação, nove pessoas ficaram na sala: Sérgio e o menor - um de frente para o outro -, os advogados deles - também frente a frente -, a mãe do adolescente, a representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Cinthia Freitas, uma escrivã e os delegados Wagner Pinto e Edson Moreira.

Bola, acompanhado de seu advogado, Adriano Ferreira do Amaral, também foi ao DIHPP, mas ele foi impedido de participar da acareação. Bola teria somente sido levado para prestar depoimento sobre outro crime, mas não foi informado qual.

Lima afirmou que o menor repetiu o que já havia dito em depoimento anterior no Juizado da Infância e da Juventude de Contagem. O adolescente afirmou que teria inventado as cenas onde Eliza teria sido morta por ter sido pressionado pela polícia. O jovem confirmou, pela primeira vez, que conhecia Bola porque há dois anos esteve na casa do ex-policial em Vespasiano com Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo de Bruno.

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