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12/08/2010 - 10h35

Bolsas de NY abrem em queda com auxílio-desemprego

Nova York - As Bolsas de Nova York abriram o pregão de hoje em queda. As projeções mais pessimistas da Cisco e pedidos de auxílio-desemprego acima do esperado devem segurar as bolsas no vermelho.

O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiu 2 mil para 484 mil na semana que terminou em 7 de agosto, o maior nível desde fevereiro. A expectativa era de queda de 14 mil. Após o resultado, os futuros das bolsas e petróleo acentuaram perdas, enquanto o ouro reforçou o movimento de alta.

Às 10h33 (de Brasília), o Dow Jones registrava queda de 0,96% para 10.279,05 pontos, o Nasdaq perdia 1,78% aos 2.169,13 pontos e o S&P 500 caia 1,13% para 1.077,21 pontos

Ontem, as bolsas fecharam em queda forte pressionadas pelos temores em relação à retomada da economia global. O Dow Jones caiu 2,49%, para 10.378,83 pontos, o Nasdaq fechou em queda de 3,01%, em 2.208,63 pontos, enquanto o S&P-500 fechou em queda de 2,82%, em 1.089,47 pontos.

O comunicado do Federal Reserve (Fed, banco central americano), em que ele fala que "o ritmo da retomada econômica deve ser mais modesto no curto prazo do que havia sido antecipado" e dados fracos da China continuam ecoando nos mercados.

Em linha com o script mais pessimista desta semana, a Grécia divulgou hoje queda no PIB de 1,5% no segundo trimestre ante o trimestre anterior, após uma queda de 0,8% no primeiro trimestre.

Ontem, a Cisco informou que seu lucro no trimestre encerrado em 31 de julho subiu para US$ 1,94 bilhão, ou US$ 0,33 por ação, de US$ 1,08 bilhão, ou US$ 0,19 por ação, em igual período do ano passado. Excluindo itens extraordinários, o lucro subiu para US$ 0,43, de US$ 0,31. A receita cresceu 27% para US$ 10,84 bilhões. Analistas previam lucro de US$ 0,42 por ação sobre receita de US$ 10,88 bilhões, segundo pesquisa da Thomson Reuters. As vendas da empresa cresceram 27%, para US$ 10,836 bilhões, abaixo dos US$ 10,88 bilhões estimados por analistas da Thomson Reuters. Além disso, a Cisco apresentou expectativa de vendas mais baixas no restante de 2010.

A montadora General Motors teve lucro de US$ 1,3 bilhão, o maior desde 2004. A montadora emergiu da concordata em julho de 2009 e se prepara para fazer uma oferta pública inicial de ações no final deste ano.

A Estée Lauder informou que reverteu perdas de US$ 0,09 por ação no quarto trimestre fiscal do ano passado e passou para ganho de US$ 0,12 por ação no quarto trimestre fiscal deste ano. Analistas esperavam lucro de US$ 0,30 por ação no período.

A Kohl registrou ganhos de US$ 0,84 por ação no segundo trimestre, de US$ 0,75 por ação no mesmo período do ano passado, acima da expectativa de US$ 0,81 por ação.

A seguradora American International Group (AIG) concordou em vender 80% de seu negócio de empréstimos ao consumidor à Fortress Investiment Group, tirando do caminho um obstáculo para que a AIG consiga pagar de volta a ajuda financeira do governo.

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