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06/07/2009 - 19h05

OEA condena assassinato de jornalista em Honduras

ANSA
WASHINGTON, 6 JUL (ANSA) - A Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o assassinato do jornalista hondurenho Gabriel Fino Noriega e pediu respeito "irrestrito" à liberdade de imprensa no país, onde um golpe de Estado depôs o presidente Manuel Zelaya em 28 de junho.

"No contexto atual gerado pelo golpe de Estado e pela ruptura da ordem constitucional, o assassinato do jornalista Fino Noriega causa especial preocupação", indicou a entidade.

Noriega, de 42 anos, foi morto a tiros na última sexta-feira na cidade de San Juan Pueblo, onde há uma intensa atividade de narcotraficantes. Ele deixava as dependências da Radio Estelar quando foi abordado por pessoas desconhecidas.

Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), é o terceiro jornalista assassinado em Honduras desde o início do ano. Ainda não se sabe, porém, se o crime tem relação com o golpe que destituiu Zelaya.

A OEA pediu a investigação do ocorrido para determinar se Noriega foi morto em consequência de sua atividade profissional.

"Reiteramos a exigência do respeito irrestrito ao direito à liberdade de expressão em Honduras e pedimos para que a segurança dos comunicadores sociais seja garantida, para que possam cumprir com o seu dever", disse a organização.

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