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24/09/2009 - 18h54

Governo do México crê que gripe A poderá matar até 3.000 pessoas no país

ANSA
CIDADE DO MÉXICO, 24 SET (ANSA) - O ministro da Saúde do México, José Angel Córdova, disse hoje que em um ano a gripe A (H1N1) poderá matar entre 2.000 e 3.000 pessoas no país, número ainda inferior ao de mexicanos que falecem em decorrência da obesidade.

Córdova explicou que a pandemia da doença "não representa um risco tão alto para o país", já que a diabetes, por exemplo, tira a vida de 75 mil pessoas por ano no México.

"Acredito que devíamos ficar muito mais preocupados com nosso futuro e o de nossos filhos pelo que representa a obesidade no México", alertou, lembrando que o país ocupa o segundo lugar no ranking mundial de obesidade.

No entanto, Córdova confirmou que nas últimas horas foram notificadas quatro mortes causadas pela gripe A, o que elevou para 226 o número total de óbitos provocados pela enfermidade. O México já está sendo atingido pelo novo surto de contágios que era esperado para o fim do ano, época em que é inverno no país. A queda da temperatura e o aumento das chuvas anteciparam o fenômeno para o fim do outono.

O país espera comprar cerca de 20 milhões de doses da vacina contra a doença, quantidade que seria suficiente para imunizar 20% da população. Terão prioridade pessoas com problemas graves de saúde e funcionários do sistema sanitário.

A pandemia da nova gripe teve início no México em meados de abril. Naquele momento, o governo fechou escolas, suspendeu eventos públicos e impediu o funcionamento de teatros, restaurantes e demais locais onde pudesse haver grandes concentrações de pessoas. O objetivo era conter a disseminação do vírus A (H1N1).

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