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25/11/2009 - 10h35

Itália aguarda decisão dos EUA para definir futuro da missão no Afeganistão

ANSA
ROMA, 25 NOV (ANSA) - O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, afirmou que o país "analisará" a possibilidade de aumentar o número de seus soldados no Afeganistão, onde mantém uma missão desde 2004, caso os Estados Unidos solicitem.

"Se houver um pedido da parte dos Estados Unidos, o governo analisará, porque pretende dar um sinal positivo à OTAN [Organização do Tratado do Atlântico Norte]", informou o chanceler, em entrevista à imprensa italiana.

Frattini disse também que "seria um erro falar de número [de soldados] e de estratégias neste momento". Antes de quantificar, é necessário definir "quais são os objetivos, dentro de qual prazo", esclareceu.

Até o momento, a Itália mantém 3.227 homens na Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf, na sigla em inglês), órgão que trabalha pela estabilização da nação.

Ontem, afirmando que pretende "terminar o trabalho" iniciado há oito anos, o presidente norte-americano, Barack Obama, declarou que irá anunciar em breve a sua estratégia.

"Após oito anos, alguns desses anos que não tivemos, acho eu, nem os recursos e nem a estratégia para fazer o trabalho, é minha intenção terminar o trabalho", declarou o governante."Farei um anúncio ao povo norte-americano sobre como pretendemos avançar".

Questionado sobre a permanência das tropas italianas, Frattini recordou que o mandatário afegão, Hamid Karzai, assegurou que "em cinco anos o país estará sob controle". No momento, "não podemos deixar o Afeganistão nas mãos do terrorismo".

"A Itália é o terceiro país da Europa que mais contribuiu para a missão no Afeganistão. Fizemos muito", destacou o ministro.

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