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01/12/2009 - 12h45

Itália diz que fará a sua parte na missão internacional no Afeganistão

ANSA
ROMA, 1 DEZ (ANSA) - O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, afirmou que a Itália mantém sua posição em relação às tropas do país no Afeganistão, seguindo "com espírito positivo as demandas que a OTAN tem feito".

"Faremos nossa parte", disse Frattini, sem comentar o anúncio previsto para hoje do presidente norte-americano, Barack Obama, sobre uma nova estratégia para o país ocupado há mais de oito anos.

"Falarei sobre isso na próxima semana com a senhora [Hillary] Clinton", secretária de Estado norte-americana, durante a reunião de chanceleres da Organização do Tratado do Atlântico Norte, completou.

De acordo com o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, Obama irá explicar "o envio acelerado" das tropas adicionais ao território afegão.

"Os planos de envio dos Estados Unidos ao Afeganistão serão acelerados. Iremos rapidamente e faremos as coisas de modo que o início do processo permita a passagem da entrega da segurança às forças locais o mais breve possível", disse Gibbs à rede NBC.

A Itália, um dos países que integram a Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf, comandada pela OTAN), mantém mais de 3.000 homens entre Cabul e Herat desde 2004.

Nos últimos meses, após a morte de cidadãos italianos em atentados e confrontos, a oposição e setores civis do país pedem o retorno dos soldados.

Em setembro passado, o premier Silvio Berlusconi afirmou que seu governo trabalharia em um "plano de transição" para retirar os italianos do país, mas afirmou que não iria "abandonar" a missão por conta dos eventos "traumáticos" registrados.

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