UOL Notícias Notícias
 

09/12/2009 - 14h46

Cuba: Para Parlamento, sentenças contra cubanos ainda são injustas

ANSA
HAVANA, 9 DEZ (ANSA) - O presidente do Parlamento de Cuba, Ricardo Alarcón, afirmou que os cinco cubanos que estão presos nos Estados Unidos desde 1998, acusados de espionagem, "não deveriam ter sido privados de liberdade nem sequer por um segundo".Na última terça-feira, a juíza Joan Lenard reduziu a pena de dois dos detidos, mas, na opinião de Alarcón, as novas sentenças "ainda são injustas".Após o veredicto da magistrada, Ramón Labañino foi condenado a 30 anos de detenção, sentença que substitui a pena anterior, que previa prisão perpétua. Já Fernando González será privado de liberdade por 17 anos e nove meses e não mais por 19 anos."Não deixa de ser importante a redução da punição, já que mudam as condições carcerárias", indicou Alarcón.O parlamentar cubano também ressaltou que o presidente norte-americano, Barack Obama, "sabe que eles [os cinco cubanos] foram sentenciados injustamente" e que essa é uma oportunidade para que o líder dos Estados Unidos "mostre de verdade que pode ser coerente com suas palavras".Em outubro, outro dos cubanos detidos, Antonio Guerrero, também viu sua pena ser reduzida para 22 anos. O julgamento anterior previa prisão perpétua. René González e Gerardo Hernández também fazem parte do grupo condenado por espionagem. Em Havana, eles são considerados "heróis".Os dois foram condenados em 2001. González ficará preso por 15 anos e Hernández foi sentenciado a prisão perpétua.

Siga UOL Notícias

Tempo

No Brasil
No exterior

Trânsito

Cotações

  • Dólar comercial

    16h59

    0,95
    3,157
    Outras moedas
  • Bovespa

    17h28

    -1,26
    74.443,48
    Outras bolsas
  • Hospedagem: UOL Host