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11/12/2009 - 12h54

Peru minimiza efeitos de compra militar sobre pacto contra armamentismo

ANSA
LIMA, 11 DEZ (ANSA) - O chanceler peruano, José Antonio García Belaúnde, negou hoje que a compra de tanques da China fragilize a proposta do governo do país para conter uma corrida armamentista na América do Sul."Creio que não [fragiliza] porque, em primeiro lugar os tanques substituem outros tanques, obsoletos, e em segundo a campanha peruana será orientada a vários aspectos, um deles é reduzir o gasto com armas e o Peru está gastando o mínimo para uma força dissuasiva", explicou.García Belaúnde declarou também que a proposta peruana visa com que os países da região se comprometam com um mecanismo de solução pacífica de divergências e tenham uma força de intervenção que permita atenuar eventuais conflitos.Ele recordou ainda que o governo de Alan García procura frear a compra de armamentos e não um desarmamento total e absoluto.Nos últimos dias, o anúncio do Peru sobre sua nova aquisição soou estranho aos outros países, já que García promove há alguns meses um pacto de não-agressão.O presidente, que já apresentou sua sugestão à União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e ao papa Bento XVI, delegou a uma equipe de seu gabinete a tarefa de explicar às outras nações a proposta.O chefe da diplomacia peruana insistiu hoje que a aquisição do país visa substituir os já obsoletos russos T-55, adquiridos nos anos 70.

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