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03/02/2010 - 09h04

Governo do México prende suspeito pelo assassinato de 16 jovens no domingo

ANSA
CIDADE DO MÉXICO, 3 FEV (ANSA) - Autoridades mexicanas comunicaram a detenção de cinco integrantes de uma organização criminosa e de um homem que "provavelmente" participou do massacre de 16 jovens, mortos no último domingo em Ciudad Juárez.

A prisão do acusado pelo ataque aos estudantes foi informada pelo governador do estado de Chihuahua, José Reyes, que não divulgou sua identidade mas declarou que a polícia mantém "sob interrogatório um indivíduo na qualidade de suspeito".

Ciudad Juárez está localizada na fronteira com os Estados Unidos e é considerada a cidade mais violenta do mundo. Os jovens assassinados no domingo participavam de uma festa quando foram surpreendidos por um grupo armado.

Ainda não se sabe o motivo do ataque, mas calcula-se que entre as vítimas estivesse uma testemunha de um processo contra um membro de uma organização criminosa. Reyes informou que o governo ajudará os familiares das vítimas com as despesas funerárias.

Já no centro do México, no estado de Guanajuato, as forças de ordem detiveram em uma casa do município de Valle de Santiago cinco membros do grupo "Los Zetas", responsável pela morte à queima-roupa de dois policiais na segunda-feira, em Salamanca. Os homens foram assassinados quando se preparavam para revistar o veículo no qual os criminosos viajavam.

Na residência onde os integrantes do grupo foram presos havia granadas e fuzis. Os detidos serão encaminhados à Procuradoria Geral da República (PRG), acusados de delinquência organizada e porte de armas de fogo, assim como pelo homicídio dos dois policiais.

Recentemente, o presidente mexicano, Felipe Calderón, comunicou que anunciaria um novo plano para restaurar a segurança em regiões do país que sofrem com o recrudescimento da violência.

O mandatário, que voltou ontem à Cidade do México, estava em viagem pelo Japão, onde manteve encontros com empresários e foi recebido pelo imperador Akihito. A visita oficial comemorava os 400 anos de relações bilaterais entre as duas nações.

Antes disso, Calderón esteve na Suíça para participar da reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos.

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