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08/02/2010 - 14h04

Presidente eleito do Chile diz que seu gabinete será 'amplo e diversificado'

ANSA
SANTIAGO DO CHILE, 8 FEV (ANSA) - O presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera, confirmou que irá anunciar amanhã o seu futuro gabinete, que será "amplo e diversificado", e incluirá membros da aliança de centro-esquerda Concertación, da atual mandatária do país, Michelle Bachelet.

O opositor, que venceu o segundo turno das presidenciais chilenas, no dia 17 de janeiro, esclareceu que quer "uma representação ampla e diversa, do mundo da Coalizão pela Mudança [sua coligação], do mundo independente e também pessoas que estiveram com a Concertación".

Segundo antecipou Piñera, seu gabinete terá "equilíbrio político e técnico" e será formado ainda por "mulheres e jovens", com o foco "no crescimento e no desenvolvimento, para que voltemos a ser capazes de crescer e criar trabalho".

Porém, em declarações à imprensa local, o presidente eleito -- que assumirá o posto em 11 de março -- evitou dar os nomes de seus futuros ministros. Hoje, ele ainda deve discutir detalhes sobre as designações.

Por outro lado, dirigentes do Partido Democrata-Cristão (PDC) e do Partido Socialista (PS), ambos da Concertación, advertiram que caso algum de seus militantes aceite integrar o governo de Piñera deverá considerar-se fora dessas coletividades.

Analistas políticos e veículos de imprensa especulam, por sua vez, que entre os membros do gabinete estariam o ex-chefe da campanha de Piñera, Rodrigo Hinzpeter, para o Ministério do Interior; o economista Felipe Larraín, para a pasta da Fazenda; e a ex-candidata a senadora Ena Von Baer como porta-voz oficial.

Outro nome cotado é o do ex-candidato à presidência Joaquín Lavín à pasta do Planejamento; enquanto para a Chancelaria seria escolhido Teodoro Rivera, ex-deputado do Partido Renovação Nacional (RN), que atuou na Comissão de Relações Exteriores da Câmara e já foi assessor de Piñera.

Piñera, que obteve mais de 51% dos votos nas eleições presidenciais, encerrará 20 anos de governos da Concertación, que pela primeira vez desde o fim da ditadura [em 1990] estará na oposição.

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