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01/03/2010 - 18h15

Hillary Clinton chega a Buenos Aires para se reunir com Cristina

ANSA
BUENOS AIRES, 1 MAR (ANSA) - A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, chegou na tarde de hoje a Buenos Aires para se reunir com a presidente Cristina Kirchner.

A chefe da diplomacia dos Estados Unidos, que nesta segunda-feira assistiu em Montevidéu à posse do mandatário José Mujica, alterou sua agenda para incluir uma passagem pela Argentina, o que não estava previsto.

Inicialmente, Hillary viajaria direto a Santiago, no Chile, atingido no sábado por um terremoto de 8,8 graus na escala Richter. Foi devido à situação gerada pelo tremor que ela encurtou o tempo de sua estada no país.

Na chegada a Buenos Aires, por volta das 16h40, a secretária foi recebida pela embaixadora dos Estados Unidos na Argentina, Vilma Martínez. Ela se reunirá às 19h30 com o chanceler Jorge Taiana e com Cristina, que também esteve hoje em Montevidéu. O encontro ocorre poucos dias depois de a mandatária argentina ter criticado a postura dos Estados Unidos diante da crise política em Honduras, iniciada em junho com o golpe de Estado que destituiu o então presidente, Manuel Zelaya.

Para Cristina, o presidente Barack Obama "não cumpriu com as expectativas da região" sobre o conflito na nação centro-americana.

Um tema que deverá ser discutido na reunião é a controvérsia diplomática entre Buenos Aires e Londres a respeito das Ilhas Malvinas, arquipélago no Atlântico Sul pertencente à Grã-Bretanha desde 1833.

A Argentina é contrária à prospecção de petróleo na região autorizada pelo governo britânico. A respeito do impasse, o governo dos Estados Unidos já se declarou "neutro" e favorável à negociação direta entre Londres e Buenos Aires.

Nesta terça-feira, Hillary se reunirá em Santiago com a presidente Michelle Bachelet. "Os detalhes sobre sua chegada e seu programa de atividades estão em discussão e serão informados oportunamente", explica um comunicado da Embaixada dos Estados Unidos no Chile.

A secretária de Estado norte-americana deve discutir as possíveis ajudas a serem mandadas ao Chile para o socorro das populações atingidas pelo tremor, que causou mais de 700 mortes e afetou dois milhões de pessoas.

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