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18/03/2010 - 16h48

Em busca de maior integração, Calderón anuncia viagem aos Estados Unidos

ANSA
CIDADE DO MÉXICO, 18 MAR (ANSA) - O presidente do México, Felipe Calderón, fará uma visita oficial a Washington entre os dias 19 e 20 de maio, respondendo a um convite de seu homólogo norte-americano, Barack Obama.

Em um comunicado oficial, a Presidência mexicana ressaltou que a viagem ao país vizinho contribuirá "de maneira decisiva ao diálogo iniciado" entre Calderón e Obama, quando os dois se encontraram pela primeira vez, pouco antes da posse do mandatário dos Estados Unidos, no início de 2009.

A nota também informou que a visita será fundamental para o aprofundamento da "relação estratégica entre ambas as nações, sob a premissa da responsabilidade compartilhada".

Dentre os temas que deverão ser abordados estão "a infraestrutura na fronteira, a facilitação comercial, a cooperação contra o crime organizado internacional, o meio ambiente e os desafios enfrentados pela comunidade mexicana nos Estados Unidos".

Também será oferecido ao líder mexicano um jantar na Casa Branca. Ainda segundo a Presidência do país, esta será a primeira formalidade do gênero desde que Obama chegou ao poder, em 20 de janeiro do último ano.

Calderón se encontrará ainda com diversos líderes políticos e parlamentares. Ao lado da Colômbia, o México é um dos principais aliados de Washington na América Latina.

A cooperação bilateral se intensificou nos últimos anos no que se refere à segurança por meio da Iniciativa Mérida, plano que conta com recursos de mais de US$ 1 bilhão aprovados pelo Congresso norte-americano até este ano.

A respeito do combate ao narcotráfico, os dois países cooperam partindo do princípio da responsabilidade compartilhada, uma vez que a grande oferta de drogas no México abastece a ampla demanda pelas substâncias ilícitas do outro lado da fronteira.

Hoje, no entanto, a chanceler mexicana, Patricia Espinosa, responsabilizou os altos índices de consumo de entorpecentes na nação vizinha pela violência crescente do México. Ela também cobrou medidas para deter "o fluxo de armas" ilegais que chegam ao seu país.

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