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19/03/2010 - 14h07

Festival de Turim terá arquivo histórico no Museu Nacional do Cinema italiano

ANSA
TURIM, 19 MAR (ANSA) - O patrimônio de um dos principais festivais de cinema da Itália, o Torino Film Festival, será transformado em arquivo histórico e fará parte da coleção de mais de 14 mil títulos do Museu Nacional do Cinema do país.

O catálogo será constituído 50% de curtas-metragens, 34% de longas e 16% de médias-metragens. A partir de junho deste ano, o material estará acessível para consultas na videoteca da instituição.

O assessor da Secretaria da Cultura da região do Piemonte, Gianni Oliva, disse hoje ao apresentar a iniciativa que "realizar o arquivo histórico do Torino Film Festival significa preservar uma parte fundamental da história do cinema".

Além do governo do Piemonte -- região cuja capital é Turim --, contribuiu para a iniciativa a Associação Cinema Giovani, que assegurou a conservação do material ao transferir para suportes digitais os filmes apresentados desde a primeira edição do festival, em 1982, até 2004. São mais de 1.300 películas de vários gêneros e artistas italianos e estrangeiros.

Entre as produções que farão parte do arquivo estão vídeos raros, entre eles o segundo curta de Tim Burton, "Frankenweenie" (1984), o videoclipe dirigido por Brian De Palma para a música "Dancing in the Dark" de Bruce Springsteen e um filme dirigido por Johnny Depp na casa do guitarrista John Frusciante, dos Red Hot Chilli Peppers.

O arquivo terá também o raríssimo documentário Docu Drama, co-dirigido pelo diretor alemão Win Wenders e sua esposa Ronee Blakley e que foi renegado pelo autor, não aparecendo mais em sua filmografia.

Obras de cineastas renomados como os portugueses Manoel de Oliveira e Paulo Rocha, o austríaco Michael Haneke, os franceses Jacques Rozier e Jean-Daniel Pollet, o japonês Tai Kato, o burquinense Idrissa Ouedraogo e o norte-americano Robert Kramer, estarão presentes.

Além das produções internacionais, o arquivo oferecerá produções de artistas italianos, particularmente turinenses, como Mimmo Calopresti e Guido Chiesa, que hoje estão entre os maiores nomes do novo cinema italiano.

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