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07/04/2010 - 16h35

Defensor público esclarece que foram 20 os colombianos presos na Venezuela

ANSA
BOGOTÁ, 7 ABR (ANSA) - O defensor público da Colômbia, Volmar Pérez, recordou hoje que são 20 e não oito os colombianos detidos na Venezuela, ampliando também as condenações feitas mais cedo pelo presidente Álvaro Uribe.

Pérez recordou que, além dos oito detidos antes da Semana Santa, acusados de espionagem, outros 12 colombianos foram capturados em março no estado de Miranda por manter em suas casas "cinco escopetas velhas".

Ele também repudiou as declarações do ministro do Interior venezuelano, Tareck El Aissami, que havia dito que a nacionalidade do grupo preso "já é um elemento preocupante".

Os oito colombianos tinham uma câmera fotográfica com "imagens consideradas suspeitas" e, por isso, foram presos, segundo argumenta o governo venezuelano.

Na Colômbia, os familiares dos acusados insistem que eles estavam no país passando as férias e reiteram que as relações mantidas entre dois deles [uma farmacêutica e um médico] com o Exército colombiano referiam-se a contratos de trabalho em suas áreas de atuação, entre 2002 e 2004.

Para esclarecer a situação dos cidadãos, a defensoria pedirá a intervenção da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Mais cedo, Uribe pediu que "os direitos humanos sejam respeitados e que as autoridades os garantam" e declarou que em sua nação "ninguém é perseguido por sua nacionalidade". Para o chefe de Governo colombiano, tais detenções constituem "gravíssimas violações" humanitárias.

O mandatário disse ainda que iria "aos canais diplomáticos" para solicitar às entidades internacionais que acompanhem o caso.

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