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28/04/2010 - 19h14

Embaixada ainda não tem informações sobre suposto sequestro de italiano no México

ANSA
CIDADE DO MÉXICO, 28 ABR (ANSA) - A Embaixada italiana na Cidade do México informou que ainda "não há nenhuma confirmação" sobre a presença de um cidadão do país no grupo que foi atacado por homens armados no estado mexicano de Oaxaca.

"Não há nenhuma confirmação", informaram fontes oficiais à ANSA, questionadas sobre a possibilidade de David Casinori integrar a comitiva que foi atacada ontem por criminosos.

Ao mesmo tempo, representantes do órgão diplomático italiano disseram que estão "em contato com as autoridades locais" e informaram que um de seus funcionários "já partiu para Oaxaca" para "obter notícias em primeira mão".

"As notícias divulgadas até o momento não são precisas, por isso, devemos ter prudência. Também porque há diversas versões sobre como os fatos ocorreram", complementaram as mesmas fontes.

Versões da imprensa local informaram que pelo menos cinco pessoas morreram e 22 ficaram feridas vítimas de uma emboscada. Elas teriam sido abordadas quando se aproximavam da localidade de San Juan Copala. Além do italiano, integravam a delegação dois finlandeses e um belga.

Ainda não se sabe ao certo quantas pessoas estavam na comitiva, portanto, há um número indeterminado de desaparecidos ou detidos.

De acordo com Gabriel Bagundo, membro da organização não-governamental Liga Mexicana pela Defesa dos Direitos Humanos, que era responsável pelas pessoas agredidas e supostamente sequestradas, o grupo internacional era formado por voluntários.

Uma das hipóteses levantadas pela imprensa é que o movimento denominado União pelo Bem-Estar Social da Região Triqui (Ubisort), formado por paramilitares vinculados ao Partido Revolucionário Institucional (PRI, principal força de oposição do México), estaria por trás da agressão.

Caso tal especulação se confirme, os estrangeiros seriam vítimas da violência local, ocasionada por confrontos entre facções criminosas, que disputam o controle da região. Segundo dados oficiais, em 2009, cerca de 30 pessoas morreram em decorrência de conflitos internos.

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