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06/05/2010 - 14h43

Um ano e meio após lei, cubanos ainda não têm acesso a 50% das terras ociosas

ANSA
HAVANA, 6 MAI (ANSA) - Metade das terras ociosas em Cuba ainda não foi entregue pelo governo à população local, um ano e meio depois da aprovação de uma lei que permite a utilização dessas propriedades estatais, informou hoje o jornal oficial Granma.

A intenção do presidente Raúl Castro com essa medida era aumentar a produção agrícola do país que, assim, ficaria menos dependente da importação de alimentos.

Atualmente, 80% do que é consumido pelos cubanos têm origem de outros países, o que representa um gasto anual de cerca de US$ 2 bilhões.

De acordo com a publicação, a dificuldade para a transferência das terras ociosas é decorrente de entraves burocráticos e da falta de insumos para os agricultores.

No entanto, o presidente da Associação Nacional de Pequenos Agricultores (Anap), Orlando Lugo Fonte, destacou que, no ano passado, a nova lei beneficiou cerca de 60 mil cubanos que tornaram produtivos um milhão de hectares.

Havana também realiza um programa para aumentar o interesse dos mais jovens em trabalhar no setor agrícola.

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