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25/05/2010 - 15h03

Chile condena ação norte-coreana contra navio de Seul

ANSA
SANTIAGO DO CHILE, 25 MAI (ANSA) - A Chancelaria chilena expressou hoje sua "condenação" e "profunda preocupação" pelo naufrágio do navio da Marinha sul-coreana Cheonan, episódio que provocou a morte de 46 pessoas e que foi atribuído à Coreia do Norte.

"Este fato constituiria uma grave violação à Carta das Nações Unidas, ao Direito Internacional e ao Direito Humanitário, e também afeta seriamente os propósitos da paz estimulados" por Seul, diz a nota chilena.

O governo de Sebastián Piñera também renovou suas expressões "de pesar e solidariedade à República da Coreia, originalmente já apresentadas pelo ministro das Relações Exteriores, Alfredo Moreno, em sua recente visita oficial" à capital sul-coreana.

Por sua vez, o também chileno José Miguel Insulza, em nome da Organização dos Estados Americanos (OEA), condenou a agressão contra o Cheonan, reiterando que tal ação constitui "uma clara violação à lei internacional, além de uma ameaça à paz e à segurança mundial".

"A comunidade internacional não pode aceitar atos deste tipo, quando a validez do diálogo é uma realidade que se impõe com força em todo o mundo", disse Insulza, em um comunicado.

Acusada pelas autoridades sul-coreanas, a Coreia do Norte, por sua vez, anunciou nesta terça-feira o rompimento das relações com a Coreia do Sul e afirmou que irá retirar qualquer compromisso de diálogo com o presidente Lee Myung-Bak.

Na última semana, Seul acusou formalmente Pyongyang pelo naufrágio da embarcação, em uma região do mar Amarelo, em 26 de março. A denúncia foi feita após uma investigação internacional sobre as causas do afundamento, causado pelo lançamento de um torpedo, a partir de um submarino norte-coreano.

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