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25/05/2010 - 16h56

Lugo diz que atuação conjunta de militares e policiais vai continuar

ANSA
ASSUNÇÃO, 25 MAI (ANSA) - O presidente paraguaio, Fernando Lugo, anunciou hoje que os militares continuarão com a tarefa de apoiar a polícia contra o crime, apesar do Estado de Exceção, em vigor em cinco departamentos do país, já ter sido encerrado.

Com duração de um mês, a medida -- que permitiu a atuação dos efetivos das Forças Armadas junto aos policiais nos departamentos de Amambay, Alto Paraguai, Concepción, Presidente Hayes e San Pedro -- terminou na segunda-feira. Proposta pelo presidente, a iniciativa visava conter a atuação do grupo armado Exército Popular Paraguaio (EPP), na zona norte.

"O Estado não vai retroceder um metro no combate. O EPP é inimigo do povo e o propósito [da medida] foi cumprido", enfatizou Lugo ao avaliar os resultados obtidos com a operação e em uma implícita resposta aos setores de oposição que, por sua vez, criticam a "militarização" da região.

Por sua parte, o ministro do Interior, Rafael Filizzola, considerou "altamente positiva" a aliança entre as forças militar e policial, porque, segundo ele, levou tranquilidade à população.

De acordo com o general Bartolomé Pineda, foram detidas 137 pessoas nesse período. Ele não esclareceu, contudo, se esses tinham alguma ligação com o EPP. No total, participaram das operações mais de 1.300 efetivos militares e 2.500 policiais.

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