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25/05/2010 - 12h26

Opositores argentinos se reúnem em missa para celebrar Bicentenário

ANSA
BUENOS AIRES, 25 MAI (ANSA) - O cardeal Jorge Bergoglio iniciou por volta das 11h de hoje a celebração do Te Deum na Catedral Metropolitana de Buenos Aires, cerimônia promovida pelos opositores ao regime da presidente Cristina Kirchner, em ocasião dos festejos dos 200 anos da independência do país.

A missa é assistida pelos principais adversários políticos da mandatária, como o chefe de Governo da província de Buenos Aires, Mauricio Macri, os deputados Francisco De Narváez e Federico Pinedo, e o presidente da Sociedade Rural, Hugo Biolcati, entre outros.

Durante a solenidade, Bergoglio pediu para os dirigentes argentinos terem "grandeza" e "superaram a confrontação permanente".

"A celebração do Bicentenário merece um clima social e espiritual distinto do que estamos vivendo. É preciso recriar as condições políticas e institucionais para superar o estado de confrontação permanente. A situação atual requer uma atitude de grandeza da parte de todos os argentinos, em particular de seus dirigentes", defendeu o cardeal.

Hoje a Argentina recorda os 200 anos da Revolução de Maio, que culminou na independência do país. Durante todo o dia, Cristina presidirá solenidades em ocasião da data, algumas das quais serão assistidas por presidentes de outros países.

Está programada para a celebração oficial do Te Deum começar ao meio-dia local (mesmo horário em Brasília), na Basílica de Luján, localizada 60 quilômetros a oeste de Buenos Aires. A cerimônia será dedicada a Nossa Senhora de Luján, padroeira dos argentinos.

Às 17h, a mandatária receberá o cumprimento de seus pares estrangeiros. Depois, irá inaugurar uma mostra denominada "Galeria dos Patriotas Latino-Americanos do Bicentenário", onde fará um discurso em rede nacional.

À noite, na Casa Rosada (sede do governo argentino), haverá um jantar de gala, oferecido a diversos presidentes latino-americanos, entre eles Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela), Fernando Lugo (Paraguai), Sebastián Piñera (Chile), Rafael Correa (Equador) e José Mujica (Uruguai).

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