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27/05/2010 - 17h47

México responde à AI e diz que forças do país não violam direitos humanos

ANSA
CIDADE DO MÉXICO, 27 MAI (ANSA) - O governo mexicano negou hoje que a polícia e as Forças Armadas do país violem os direitos humanos, como indicou um relatório da Anistia Internacional (AI).

"As instituições de segurança pública federal se regem pelos princípios de legalidade, objetividade, eficiência, profissionalismo, honra e respeito aos direitos humanos", garantiu o Ministério do Interior, por meio de um comunicado.

Ontem, em um informe anual sobre a situação dos direitos humanos no mundo, a AI denunciou os abusos cometidos no México, como parte do combate às organizações narcotraficantes, sobretudo as "execuções extrajudiciais, homicídios ilegítimos, desaparições forçadas, detenções arbitrárias, torturas e maus tratos".

No entanto, o governo do presidente mexicano, Felipe Calderón, garantiu que a política de segurança do país "está orientada a institucionalizar e consolidar o respeito e a promoção dos direitos humanos".

O comunicado difundido hoje ainda reiterou que as Forças Armadas do país "se capacitam permanentemente em matéria de direitos humanos".

Desde que assumiu a presidência, em dezembro de 2006, Calderón desenvolve um programa de combate ao narcotráfico que é muito criticado por organizações sociais mexicanos.

De acordo com dados de um relatório confidencial, divulgado pela imprensa local, o número de mortos devido ao combate entre as autoridades e organizações criminosas chegou a 22 mil nos últimos três anos.

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