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05/06/2010 - 16h06

Insulza pede união aos países-membros da OEA

ANSA
LIMA, 5 JUN (ANSA) - O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, advogou hoje pela unidade da entidade continental, ao mesmo tempo em que reconheceu os "obstáculos importantes" para o retorno de Honduras ao organismo.

"Queria uma OEA com seus 35 estados-membros. Que sejam suspensos quando cometam alguma barbaridade e que sejam reintegrados o antes possível, porque creio que, de dentro, os problemas são resolvidos melhor", disse o chileno ao participar de um encontro com representantes da sociedade civil, em Lima, no Peru.

Insulza iniciou na última quinta-feira sua visita ao país sul-americano, onde participará do 40º Período Ordinário de Sessões da Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos, que será inaugurado amanhã.

Ainda de acordo com ele, os assuntos pendentes, principalmente em matéria de direitos humanos, são trabalhados melhor quando se é membro da organização, e pode-se ainda ir à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão ligado à OEA.

Retomando o caso de Honduras, Insulza voltou a reconhecer as dificuldades enfrentadas e reiterou seu pedido pelo retorno de Manuel Zelaya, ex-presidente do país, que foi destituído por um golpe de Estado em junho de 2009 e atualmente está asilado na República Dominicana. "Alguns países não estão dispostos a considerar o tema", comentou.

A OEA abre amanhã a sua 40ª Assembleia Geral. O encontro reunirá delegações de todos os países que integram a entidade, exceto Honduras -- suspensa da entidade desde julho passado --, e terminará na próxima terça-feira.

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