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11/06/2010 - 13h28

Da África do Sul, Calderón condena ataque que deixou 19 mortos no México

ANSA
CIDADE DO MÉXICO, 11 JUN (ANSA) - O presidente do México, Felipe Calderón, que assistiu hoje à disputa entre a seleção mexicana e a África do Sul, considerou o ataque que deixou 19 mortos em seu país como "um ato de barbárie" e afirmou estar "indignado".

"O que ocorreu no centro de recuperação Fé e Vida causa indignação e reforça o convencimento sobre a necessidade de combater com toda a força da lei os grupos criminosos responsáveis por estes atos de barbárie", afirmou o mandatário em uma nota.

Calderón enviou uma nota para comentar o crime já que está em Johanesburgo, onde mais cedo o México enfrentou a África do Sul, na partida de abertura da Copa do Mundo. O confronto terminou em 1 a 1.

O ataque, cometido por um grupo de homens desconhecidos na noite de ontem, horário local, deixou 19 mortos e pelo menos quatro feridos na cidade de Chihuahua, capital do estado de mesmo nome, na fronteira entre México e Estados Unidos.

Segundo testemunhas, um grupo invadiu o centro de reabilitação para dependentes químicos Fé e Vida derrubando a porta do estabelecimento, onde as vítimas foram rendidas e logo assassinadas.

Uma das hipóteses aponta que os mortos seriam integrantes de um grupo criminoso chamado "Los Mexicles", ligado à organização do narcotraficante Joaquín Guzmán. Já os atiradores seriam do "Los Aztecas", de Vicente Carrillo Fuentes, irmão de um dos líderes do cartel de Juárez. As autoridades ainda investigam o caso.

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