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19/06/2010 - 18h13

Governo do Equador recorda José Saramago, um 'cidadão livre do mundo'

ANSA
QUITO, 19 JUN (ANSA) - O governo equatoriano, do presidente Rafael Correa, expressou hoje o seu pesar pela morte do escritor português José Saramago, ocorrida na última sexta-feira, considerando-o um "cidadão livre do mundo".

Da esquerda "reflexiva, imaginativa e autocrítica", o Prêmio Nobel de Literatura de 1998 contribuiu de "maneira singular" com a história das ideias, afirmou a presidência em um comunicado.

Saramago aportou com sua "criatividade literária e sua vocação política, sempre a serviço dos que sofrem, dos pobres e dos desamparados", continuou o Executivo.

Além do autor de obras conhecidas em todo o mundo, como "A jangada de pedra", "Memorial do convento" e "O evangelho segundo Jesus Cristo", o governo do Equador também lamentou o falecimento do filósofo equatoriano-mexicano Bolívar Echeverría, falecido na semana passada.

Echeverría adaptou a Teoria Marxista às "realidades do mundo de hoje", com "profunda militância" no pensamento crítico, apontou o governo de Correa.

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