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25/06/2010 - 16h39

Ministro chileno diz que atual gestão irá conter gastos públicos

ANSA
SANTIAGO DO CHILE, 25 JUN (ANSA) - O ministro da Fazenda do Chile, Felipe Larraín, anunciou hoje que o gasto público do país crescerá "significativamente menos" em 2011, em comparação ao último ano do governo de Michelle Bachelet (2006-2010).

Larraín deu início nesta sexta-feira à preparação do Orçamento 2011, junto ao presidente do país, Sebastián Piñera, e seus assessores. Após uma reunião de mais de quatro horas, o titular da pasta da Economia recordou que entre 2009 e 2010 houve um crescimento de 17,8% no gasto público.

"Estamos comprometidos com o balanço estrutural", continuou o ministro em declarações à imprensa local, acrescentando que Piñera recebeu o governo, em março passado, com um déficit de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e ao fim da atual gestão o orçamento estará balanceado.

Ele também apontou que um dos critérios do novo orçamento estará orientado à reconstrução do país, devastado pelo terremoto de 27 de fevereiro e que, segundo dados da gestão atual, teria deixado perdas de mais de US$ 20 bilhões.

"Não há recursos para todos os projetos, assim haverá uma sã competição entre os ministérios", completou o chileno, que reiterou o compromisso governamental de "melhorar a eficiência no gasto dos recursos públicos".

Piñera assumiu o governo do Chile em 11 de março passado. Na época, em meio às primeiras atividades que permitiriam a reconstrução dos locais destruídos pelo abalo sísmico, de 8,8 graus na escala Richter, ele afirmou que iria promover alguns cortes no gabinete, além de aumentar determinados impostos.

As medidas visam arrecadar os fundos necessários para terminar as obras dos locais públicos e das moradias emergenciais.

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