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16/07/2010 - 11h20

Familiares de presos cubanos consideram que libertações continuarão

ANSA
HAVANA, 16 JUL (ANSA) - O processo de libertação de presos políticos cubanos comunicado há oito dias pela Igreja Católica continua, ainda que em meio ao silêncio das autoridades da ilha caribenha e dos religiosos locais.

"Penso que vão sair da cadeia os 52" dissidentes cujas solturas foram anunciadas, disse à ANSA o familiar de um dos detidos, que pediu que sua identidade não fosse divulgada.

A declaração sobre as libertações, feita pela Igreja no dia 7, relatava que a informação dada pelo governo era de que 52 opositores detidos desde 2003 por "mercenarismo a favor dos Estados Unidos" sairiam das prisões em um procedimento que levaria quatro meses.

Até agora, 11 dissidentes foram soltos e viajaram à Espanha, em libertações graduais que vêm ocorrendo desde o último final de semana. Apesar disso, as autoridades cubanas não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.

A iniciativa do governo local foi divulgada durante uma visita à ilha do chanceler espanhol, Miguel Ángel Moratinos. Ontem, em entrevista coletiva, os dissidentes reportaram que alguns dos que haviam desembarcado em Madri já tinham iniciado os trâmites a fim de obter a condição de asilados políticos.

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