Berlusconi diz que teve que se ausentar do Milan após agressão de dezembro passado

CARNAGO, 20 JUL (ANSA) - O premier italiano, Silvio Berlusconi, revelou hoje que, após o ataque sofrido em dezembro passado, tem sido barrado por sua escolta e, por isso, tem evitado manifestações e locais públicos, como os que envolvem as atividades do Milan, de sua propriedade.

"O pessoal da segurança insistiu que eu não fosse mais ao estádio e tive que me privar também deste prazer, depois que fui alvo de uma tentativa de assassinato", disse Berlusconi, ao visitar o CT do clube, o Milanello.

Embora estivesse sorrindo, o primeiro-ministro também lamentou o fato de não poder ir ao Estádio San Siro, em Milão.

Berlusconi foi agredido em 13 de dezembro de 2009, ao ser atingido por uma peça de ferro lançada pelo italiano Massimo Tartaglia ao término de um comício. Com o impacto do objeto -- uma estatueta do Duomo (catedral) de Milão --, o chefe de Governo italiano sofreu uma fratura no septo nasal e teve dois dentes quebrados.

O presidente do Conselho de Ministros da Itália precisou ainda permanecer em repouso por cerca de um mês.

Ao chegar ao estádio, a recepção não foi tão agradável. Torcedores vaiaram Berlusconi em protesto contra a falta de contratações. De acordo com dados locais, cerca de dois mil torcedores acompanharam as atividades do elenco do clube, que realizava hoje o seu primeiro treinamento pré-temporada.

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