Na busca pelo MH370, Austrália encontra navio do século 19

SYDNEY, 14 JAN (ANSA) - As equipes que buscam pelos restos do avião da Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março de 2014, ainda não têm pistas de onde o voo MH370 pode ter sofrido seu trágico fim. Porém, um sonar encontrou os restos de um navio a cerca de 3,7 mil quilômetros de profundidade.   


Segundo especialistas do Western Australian Museum, a foto tirada pelo sonar aparenta mostrar uma embarcação do século XVI com estrutura de metal. No entanto, o jornal "Daily Mail" consultou analistas britânicos que afirmam que a carcaça pertence ao navio peruano "SV Inca", que desapareceu em 1911.   


A descoberta foi realizada em dezembro, mas só agora as autoridades australianas - que lideram a busca - informaram sobre a descoberta. Esse é o segundo navio encontrado na região de buscas do MH370, que cobre mais de 120 mil quilômetros de área. Em maio do ano passado, os restos de um barco, também do século 19, estava a 3,9 mil quilômetros de profundidade.   


Até o momento, as equipes rastrearam mais de 80 mil quilômetros e, segundo o cronograma, essas análises do fundo marítimo do Oceano Índico devem seguir até junho. Há mais de dois anos, elas procuram por restos do avião que desapareceu com 239 pessoas a bordo. O sumiço se tornou um dos maiores mistérios da história da aviação mundial.   


A única pista sobre o voo encontrada até o momento foi um fragmento de asa achado por pescadores na ilha francesa de Réunion no dia 29 de julho. O destroço de cerca de dois metros de cumprimento foi analisado pelo Ministério de Defesa da França. (ANSA)
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