Cidade alemã proíbe entrada de refugiados em piscina pública

BERLIM, 15 JAN (ANSA) - A cidade alemã de Bornheim, nas proximidades de Bonn, proibiu o acesso de homens refugiados a uma piscina pública após denúncias de abusos.   

Em mais de uma ocasião, alemãs se queixaram de terem sido assediadas na piscina por um grupo de refugiados que vivem em um centro de acolhimento nas proximidades do local.   

Episódio foi registrado após, na noite do dia 31 de dezembro, a cidade de Colônia ter sido alvo de uma série de estupros e atos de violência. Agressores abordavam as mulheres sozinhas ou em áreas isoladas. Os estupros deixaram a Alemanha em choque e despertaram debates sobre o envolvimento de imigrantes nos crimes, já que o país recebeu mais de um milhão de pedidos de asilos de refugiados do norte da África e do Oriente Médio em 2015, na pior crise de deslocamento forçada já vista pela Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Lei de asilo endurece - Apesar de negar que haverá um endurecimento para conceder asilos na Alemanha, o ministro do Interior, Thomas De Màiziere,e o ministro da Justiça, Heiko Maas, anunciaram recentemente mudanças na legislação sobre o tema. Agora, caso o solicitante de asilo esteja envolvido em algum tipo de crime, "ele pagará as consequências", explicaram os ministros em coletiva de imprensa. Nos casos de delitos contra a vida de outra pessoa ou sua orientação sexual e ataques à polícia e aos bens públicos, os estrangeiros poderão ser expulsos da Alemanha. (ANSA)
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