Com grandes mostras, 2016 será o ano dos mestres das artes

Por Marzia Apice ROMA, 18 JAN (ANSA) - Este ano será muito especial para os amantes da arte já que estará repleto de mostras internacionais que, explorando estilos diversos e viajando da Idade Média ao século XXI, permitem redescobrir os maiores mestres de todos os tempos.   


Uma das metas imperdíveis é Nova York. Em um dos museus mais famosos da cidade norte-americana, o Museu de Arte Moderna (MoMA), acontecerá a exposição "Edgar Degas: A Strange New Beauty", que entre os dias 26 de março e 24 de julho, irá mostrar as obras do célebre artista francês realizadas com a técnica do monotipo, espécie de gravura feita em uma superfície lisa, como uma placa de cobre.   


Já no Metropolitan Museum of Arts, ainda na metrópole, duas mostras chamam a atenção. A primeira é "Vigée Le Brun, Woman Artist in Revolutionary France", que de 15 de fevereiro a 15 de maio, tratará do talento excepcional de uma das maiores artistas francesas do século XVIII.   


A segunda, "Every People Under Heaven: Jerusalem, 1000 - 1400", em cartaz a partir de 20 de setembro, tem como protagonista a Cidade Santa e, nos 200 trabalhos expostos, evidencia o papel crucial de Jerusalém para a expressão de diversas religiões, artes e culturas.   


Ainda nos Estados Unidos, na cidade de Filadélfia, do dia 24 de fevereiro ao 15 de maio, acontecerá o "International Pop", no Philadelphia Museum of Art. Serão 120 as obras de pop art selecionadas do período de 1956 a 1972 das mais variadas origens, dos EUA, da Inglaterra, mas também de outras partes da Europa, da América Latina e da Ásia.   


O Velho Continente também está cheio de exposições. Em Londres, por exemplo, a National Gallery apresenta uma grande homenagem ao pintor Eugene Delacroix com a mostra "Delacroix and the Rise of Modern Art", de 17 de fevereiro a 22 de maio.   


Através de 60 telas, a retrospectiva traz a carreira do artista que, com seu estilo, se converteu em um ponto de referência para outros pintores de todo o século XX.   


Já no Louvre, em Paris, duas grandes exposições entraram em cartaz neste ano. A primeira, que pode ser visitada até o dia 21 de abril, é "Metamorphoses", que ilustra o clássico do poeta Ovídio, que desde tempos antigos é uma fonte de inspiração para outros artistas.   


A segunda, chamada "Mythes Fondateurs: D'Hercules à Darth Vador" e exibida até 4 de julho, conta como ilustradores, pintores, escultores, diretores e músicos de todo o mundo interpretam o tema do mito.   


O mesmo acontece na cidade francesa de Cannes, onde continuarão abertas as mostras dedicadas a Marc Chagall - "Les Couleurs de la Vie", no centro de artes La Malmaison até 24 de abril - e a Salvador Dalí - "Aux Frontières du Réel", no espaço Miramar até 24 de fevereiro.   


Enquanto isso, no Museu do Prado, em Madri, de 31 de maio a 11 de setembro, uma exposição monográfica homenageará os 500 anos da morte do pintor holandês Hieronymus Bosch. "Bosch. La Exposición del Centenario", contará com 60 telas incluindo "As Tentações de Santo Antônio".   


Ainda na Espanha, o Museu Guggenheim de Bilbao começa o ano com o norte-americano Andy Warhol, mestre da pop art. A mostra "Shadows", de 26 de fevereiro a 2 de outubro, recebe seu nome de uma das primeiras séries nas quais o artista começou a explorar o mundo da abstração. (ANSA)
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