Premier italiano se despede do cineasta Ettore Scola

ROMA, 22 JAN (ANSA) - O primeiro-ministro italiano Matteo Renzi se emocionou nesta sexta-feira, dia 22, ao se despedir do diretor Ettore Scola, que está sendo velado na Casa do Cinema de Roma.   


"Era um grandíssimo italiano, marcou a vida de gerações inteiras, não apenas de algumas pessoas", disse, acrescentando que o cineasta "era um professor extraordinário".   


O presidente da Itália, Sergio Mattarella, também passou pelo local para render suas últimas homenagens a Scola, mas não quis dar declarações aos jornalistas presentes no local. Desde o início da manhã de ontem, personagens do mundo do espetáculo e fãs fazem fila para prestar sua última homenagem a um dos mais célebres cineastas da Itália. A atriz Sophia Loren, que chegou discretamente no local na última quinta-feira, era uma das mais comovidas. "Não consigo falar por causa da emoção", declarou, em resposta aos jornalistas.   


Scola morreu na última terça-feira, dia 19, aos 84 anos, após ter passado dias em coma no hospital Policlinico de Roma. Na quarta passada, dia 20, seu corpo foi velado no próprio centro de saúde, mas nesta quinta foi levado para a Casa do Cinema.   


Considerado um dos mestres da "comédia à italiana", mas também autor de grandes dramas, o diretor produziu desde 1964 uma extensa filmografia, com destaque para "Nós que nos amávamos tanto" (1974), "Feios, sujos e malvados" (1976) e "A família" (1987). Seu último trabalho é "Que estranho chamar-se Federico" (2013), que narra seu início de carreira e a grande amizade com o cineasta Federico Fellini, falecido em 1993. (ANSA)
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