Dilma quer integração da Celac como forma de combate à crise

SÃO PAULO, 27 JAN (ANSA) - Diante da atual crise econômica, a presidente Dilma Rousseff quer defender a ampliação da cooperação comercial com os países da região durante a IV Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada hoje, dia 27, em Quito, Equador.   

Dilma declarou, após se encontrar com o colega equatoriano, Rafael Correa, na noite da última terça-feira, dia 26, que esta é uma forma de "superar mais rapidamente os desafios impostos pela crise".   

"Não haverá uma América Latina forte, e nós temos muita consciência de que o Brasil não retoma sua capacidade de crescer, não consegue restabelecer suas condições sustentáveis de crescimento nesse novo contexto internacional, sem o crescimento dos demais países" da região, apontou.   

"Nós iremos enfrentar essa conjuntura. Mas é claro que isso só pode ser feito se todos os países tiverem condição também de se adaptar", concluiu. Em nota, representantes do Planalto explicaram que "a Cúpula será oportunidade para que os chefes de Estado e de Governo estabeleçam diretrizes para a continuidade das atividades de articulação política, cooperação setorial e relacionamento externo" do grupo. Outros temas - Outros temas como a erradicação da pobreza na região e o fim do conflito armado na Colômbia também devem estar em pauta durante o encontro.   

Uma das prioridades entre os membros da Celac é estabelecer uma agenda de trabalho até 2020 para erradicar a pobreza extrema dos países da região. Segundo dados da Comissão Econômica para América Latina (Cepal), 167 milhões de pessoas vivem em situação de pobreza na América Latina, sendo que 71 milhões estão em condições de "pobreza extrema". (ANSA)
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