Rússia identifica suspeitos de derrubar avião no Sinai

MOSCOU, 28 JAN (ANSA) - As autoridades do Egito e da Rússia identificaram ao menos seis pessoas diretamente envolvidas no atentado contra o avião russo da Metrojet, em outubro, na Península do Sinai. De acordo com o site LifeNews, um dos suspeitos tinha sido contratado como funcionário para carregamento de bagagens um pouco antes do ataque. As investigações do acidente, que provocou a morte de 224 pessoas, estão sendo conduzidas de maneira conjunta pelas autoridades do Egito e pelos serviços secretos russos (FSB). Os peritos acreditam que a bomba que explodiu o avião tenha sido colocada dentro de uma bolsa no bagageiro da aeronave. O grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) assumiu a autoria do ataque, mas, em um primeiro momento, o Egito e a Rússia evitaram definir o acidente como um atentado terrorista. O EI declarou ter derrubado o avião em 31 de outubro, com 224 pessoas a bordo, a maioria russos, em retaliação às operações militares da Rússia na Síria contra grupos rebeldes. O EI chegou até a divulgar a foto de uma lata de refrigerante que teria sido usada para fabricar a bomba. A tragédia ocorreu enquanto o avião fazia a rota entre o balneário de Sharm el Sheikh e São Petersburgo. (ANSA)
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