Países do Pacífico firmam maior acordo comercial da história

ROMA, 04 FEV (ANSA) - Os ministros de Comércio de 12 países que ficam às margens do Oceano Pacífico assinaram nesta quinta-feira (04) na Nova Zelândia o documento que cria o Acordo de Associação Transpacífico (TPP, na sigla em inglês).   

Agora, cada país precisará ratificar o documento de acordo com suas políticas internas para que ele ganhe força. A grande dúvida, neste ponto, é se os Estados Unidos manterão sua assinatura no meio da divisão política que atinge a nação, que está com eleições presidenciais marcadas para 8 de novembro.   

Considerado o maior acordo comercial do mundo, com as economias correspondentes a 40% do Produto Interno Bruto mundial, a criação do bloco havia sido anunciada em outubro do ano passado após oito anos de negociações.   

Os apoiadores do projeto afirmam que o TPP deixará mais equilibrado o comércio entre seus Estados-membros, eliminando a maior pate das tarifas, por exemplo. Já aqueles que são contra o acordo afirmam que ele causará uma "erosão" da soberania nacional de cada nação e dará muito poder às empresas norte-americanas.   

Além dos EUA, participam do pacto Nova Zelândia, Japão, Canadá, México, Austrália, Malásia, Cingapura, Peru, Chile, Vietnã e Brunei.   

- Obama comemora acordo: O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, celebrou a assinatura do acordo, fortemente desejado pela Casa Branca.   

Segundo o mandatário, o TPP "permite aos EUA - e não a outros países como a China - escrever as regras para o caminho do século 21, algo particularmente importante em uma região dinâmica como a Ásia-Pacífico". (ANSA)
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