Governo russo nega ataques a hospitais na Síria

MOSCOU E PARIS, 16 FEV (ANSA) - O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, negou que seu país tenha realizado ataques contra hospitais na Síria nesta segunda-feira (15) e chamou as acusações de "infundadas".   

"Nós condenamos fortemente essas afirmações, uma vez que, aqueles que mais uma vez nos acusam são incapazes de provar essas acusações infundadas", disse o representante do governo segundo a agência de notícias russa Tass.   

Sobre os ataques aéreos que destruíram cinco hospitais sírios - incluindo uma unidade da ONG Médicos Sem Fronteiras - e duas escolas no norte da Síria, Peskov afirmou que é para ouvir "o que as autoridades" do país têm a dizer. Ontem (15), horas após as acusações de grupos não governamentais de que os russos eram os responsáveis pela destruição, políticos sírios afirmaram que a ação foi realizada pelos Estados Unidos.   

Os dois países realizam ataques aéreos contra rebeldes na Síria, sendo que os russos atacam terroristas e opositores do presidente Bashar al-Assad enquanto os norte-americanos focam nos terroristas do Estado Islâmico (EI, ex-Isis).   

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 50 pessoas morreram na ação militar no norte do país - sendo nove mortos apenas no hospital do MSF.   

- França condena ataques: O ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Marc Ayrault, condenou "firmemente" o bombardeio nos hospitais do norte da Síria. Para ele, a ação é "pode constituir um crime de guerra" e pedindo que esses ataques devem cessar imediatamente por serem "inaceitáveis". (ANSA)
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