Umberto Eco tinha 'muito apreço' pelo Papa, diz colega

ROMA, 20 FEV (ANSA) - O escritor italiano Umberto Eco, morto na última sexta-feira, dia 19, em Milão, tinha "muito apreço" pelo papa Francisco, a quem se refere no livro de ensaios que será publicado no próximo final de semana.   


O historiador Mario Andreose, que foi um dos editores da obra, disse que em um dos ensaios, Eco "examina a identidade do Papa".   


"Para ele, [o religioso] não era um jesuíta argentino, mas sim paraguaio, como aqueles que foram enviados ao Paraguai nos anos 1600" para trabalhar com os índios guaranis, ensinando-os noções de arquitetura, música e artes.   


Em entrevista ao jornal "New York Times", Eco disse uma vez que as missões jesuítas no país eram "utópicas".   


O livro "Pape Satan Aleppe - Crônicas de uma Sociedade Líquida", cujo lançamento estava previsto para maio, chegará às livrarias italianas no próximo sábado, dia 27. Eco morreu em sua casa em Milão aos 84 anos vítima de um câncer.   


Além de escritor, ele era um importante semiólogo e filólogo italiano. Entre os seus maiores sucessos literários estão "O nome da rosa", de 1980, e "O pêndulo de Foucault", de 1988. (ANSA)
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