Mercedes lidera segunda bateria de testes da F1

SÃO PAULO E GENEBRA, 01 MAR (ANSA) - O piloto alemão Nico Rosberg colocou a Mercedes bem à frente no primeiro dia da segunda bateria de testes pré-temporada da Fórmula 1 nesta terça-feira (01). O vice-campeão de 2015 marcou 1m23s022 em uma de suas 82 voltas pelo circuito de Barcelona, utilizando os pneus macios (amarelos) da Pirelli.   


Com o segundo tempo do dia, ficou a Ferrari de Kimi Raikkonen, que marcou 1m24s836 e deu 42 voltas. A boa surpresa ficou por conta da McLaren de Fernando Alonso, que só apresentou problemas nos minutos finais do treino, e colocou o espanhol no TOP 3, com o tempo de 1m25s252.   


Quem estreou com o carro novo nesta terça foi o brasileiro Felipe Nasr, da Sauber. Apesar do lançamento, o piloto ficou sempre entre os piores tempos e, ao fim, ficou na 9ª colocação ente os 11 que foram à pista.   


- Marchionne diz que 'há muito trabalho' por fazer: O presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, afirmou hoje que a escuderia "ainda tem muito trabalho para fazer nos próximos 20 dias". Em coletiva durante o Salão de Automóveis de Genebra, o mandatário ressaltou, no entanto, que "a Ferrari esteja na primeira fila do primeiro Grande Prêmio do ano".   


"Eu, vocês e todos os santos que conheço precisamos esperar. Nós estamos dando tudo, foi feito um grande trabalho, o carro é confiável e rápido e o motor está bom. A minha confiança na Ferrari é indiscutível", declarou Marchionne aos jornalistas.   


Para o líder da escuderia, a meta da equipe é "vencer mais do que no ano passado". Brincando com os jornalistas, ele afirmou que "se Maurizio [Arrivabene] se comportar bem, no dia 20 de março ele estará na Austrália". Marchionne se referia ao chefe de equipe estar presente na primeira etapa do Campeonato de 2016, que ocorre em Melbourne.   


Sobre uma possível volta da Alfa Rome às pistas, o presidente da Ferrari voltou a dizer que isso "seria uma grande coisa, mas é preciso primeiro reafirmar a marca comercialmente".   


"Acredito que a Ferrari esteja disposta a dar suporte como não fizemos com a Toro Rosso, dando-lhes os motores. A Alfa iria bem na Fórmula 1 por razões históricas porque não é um esporte para todos", concluiu.   


No fim do ano passado, Marchionne afirmou que a Alfa Romeo já tinha um projeto para retornar à F1, mas não deu detalhes sobre a possível volta. A Alfa ficou na principal categoria do automobilismo mundial entre os anos de 1950 e 1951 e entre 1979 e 1985 e forneceu motores a outras escuderias até 1988. A equipe disputou 110 corridas, obtendo 11 vitórias. A Alfa conquistou os títulos mundiais de 1950, com a 158 de Nino Farina, e em 1951 com a 159 de Juan Manuel Fangio. (ANSA)
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