Justiça ordena condução coercitiva de presidente da CBF

SÃO PAULO, 09 MAR (ANSA) - A Justiça Federal de Belém determinou a condução coercitiva do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Antônio Carlos Nunes de Lima, após ele não ter comparecido a uma sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Futebol no Senado.   


O pedido para a medida foi feito pelo senador Romário (PSB-RJ) que preside a comissão que investiga possíveis desvios de dinheiro e corrupção na cúpula da entidade. "A testemunha em referência, devidamente intimada, não compareceu, sem motivo justificado, à oitiva designada para a presente data", informou o parlamentar na solicitação.   


A sessão a qual o Coronel Nunes não compareceu ocorreu no dia 2 de março e, na época, o mandatário justificou a ausência por "precisar comparecer" à convocação da seleção brasileira feita pelo técnico Dunga. Agora, cabe à Polícia Federal fazer o traslado do presidente até o Senado no dia 16 de março, data estipulada para o novo interrogatório do cartola.   


A condução coercitiva é uma forma legal de obrigar um acusado a depor na Justiça. O termo ficou bastante famoso na última semana, quando a medida foi imposta ao ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva durante as investigações da Operação Lava Jato.   


(ANSA)
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