Após escândalo, chefão da Volks nos EUA pede demissão

WASHINGTON, 10 MAR (ANSA) - Pivô de um dos maiores escândalos da história da Volkswagen, o presidente da montadora na América, Michael Horn, demitiu-se do cargo seis meses após vir à tona que a empresa fraudou testes de emissões de poluentes de carro a diesel nos Estados Unidos e na Europa. Aos 54 anos de idade, Horn estava à frente da Volkswagen em território norte-americano. Sua saída foi acordada mutuamente com a montadora, que anunciou que o executivo "irá buscar outras oportunidades".   

A Volks evitou citar o escândalo de fraude ambiental e seu possível impacto na demissão do CEO. No ano passado, o executivo se apresentou ao Congresso dos EUA para dar explicações sobre o sistema que burlava o controle de emissões do país e prometeu abrir investigações dentro da Volkswagen para evitar que novas manobras ilegais ocorressem no futuro. Mais de 600 mil carros a diesel fabricados pela Volkswagen nos EUA continham um software que enganava os sistemas de emissão de poluentes. Os veículos emitiam um volume de gases poluentes 40 vezes acima do permitido por lei.   

Horn era presidente da Volks nos EUA, possuía total independência e não era subordinado à sede europeia, liderada pela Alemanha. Depois do escândalo, foi rebaixado para presidente da marca nas América e agora, pediu demissão. (ANSA)
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