Processo sobre vazamento de dados no Vaticano é paralisado

CIDADE DO VATICANO, 17 MAR (ANSA) - As audiências do processo que investigam o vazamento de informações sigilosas da Santa Sé, conhecido como "Vatileaks 2", serão paralisadas novamente e só voltarão a serem realizadas em 6 de abril.   

Segundo o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, o atraso se deve a um pedido da advogada de Francesca Immacolata Chaouqui, Laura Sgrò. A ex-funcionária vaticana, que é acusada de vazar documentos, está no sexto mês de gestação e, de acordo com um relatório médico, precisa de um período de "repouso absoluto" pelos próximos 20 dias.   

O processo havia sido retomado no último sábado (12) após uma longa pausa de três meses. Neste período, foi realizada uma perícia técnica em computadores e celulares tanto de Chaouqui como do monsenhor espanhol Lucio Ángel Vallejo Balda - que já confessou ter vazado o material sigiloso.   

Os dois eram membros da Comissão de Estudos sobre as Atividades Econômicas do Vaticano (Cosea), órgão criado pelo papa Francisco em 2013 para monitorar as contas da Santa Sé e que já foi dissolvido.   

Além de Chaouqui e Balda, estão sendo julgados o assistente do monsenhor espanhol, Luca Maio, e os jornalistas italianos Gianluigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi, autores de livros sobre as finanças da Igreja que utilizaram os documentos vazados pelos ex-funcionários da Igreja Católica. (ANSA)
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