Projeto da sede da Itália para Jogos Olímpicos é apresentado

Por Leonardo Cioni RIO DE JANEIRO, 17 MAR (ANSA) - É uma localização dos sonhos aquela que irá hospedar os atletas italianos nas Olimpíadas do Rio de Janeiro: a "Casa Itália" surgirá do interior de um antigo clube-hotel em uma encosta com vista para o mar, fruto de um projeto futurista do arquiteto Renato Batalha Menescal criado nos anos 1960.   


A sede, que fica no meio da natureza e a apenas 20 quilômetros da Vila Olímpica, foi apresentada em uma coletiva de imprensa no Brasil, inaugurando assim, oficialmente, a contagem regressiva para os Jogos Olímpicos para os italianos.   


Distribuída em uma área de 1.700 metros quadrados, a "Casa Itália" é acessível através de uma longa ponte, de 90 metros de comprimento, escavada entre as rochas e com vistas espetaculares.   


E isso foi uma das inspirações do projeto, estudado de acordo com um conceito "horizontal", para ser símbolo da integração entre Itália e Brasil, como explicaram os diretores do Comitê Olímpico Italiano (Coni), Danilo di Tommaso e Diego Nepi. Para destacar melhor essa filosofia, foi criada uma palavra nova, "Ciaola", que surgiu da fusão das saudações usadas nas duas nações.   


Seguindo este princípio de união e colaboração, o imóvel será reformado mantendo as características arquitetônicas originais e, ao mesmo tempo, desfrutará das linhas de design próprias "made in Italy". Em um anfiteatro, por exemplo, será instalado um sistema televisivo para coletivas de imprensa, enquanto fotos icônicas do "Bel Paese" serão expostas no átrio.   


A alta tecnologia, com enormes painéis LED e imagens em 3D, será o fio condutor de todos os ambientes , do salão de festas à área multimídia.   


A cozinha, ao invés disso, será confiada às inovações do chef Davide Oldanim deixando espaço para a mistura entre as gastronomias italianas e brasileiras. E não faltará a "sucursal" do Caffè Gambrinus, o histórico estabelecimento de Nápoles.   


E tudo para destacar o conceito de "hospitalidade de portas abertas", explicaram os idealizadores, em um local de abertura para todos, atletas e não atletas,que buscará ter anfitriões de exceção como, entre outros, Massimiliano Rosolino e Yuri Chechi.   


Para demonstrar essa paixão e reconhecimento pelo Brasil, o empenho italiano será também voltado para causas sociais, através de iniciativas de solidariedade em duas favelas. Na Rocinha, onde será criada uma ludoteca e será iniciado de um projeto de educação alimentar, e na Cidade de Deus, o campo de futebol comunitário será reformado. (ANSA)
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