Fifa investiga Beckenbauer por suposta propina

ZURIQUE, 22 MAR (ANSA) - O Comitê de Ética da Fifa abriu um inquérito formal sobre a eleição que deu à Alemanha o direito de sediar a Copa do Mundo de 2006. Entre os investigados está o ex-craque Franz Beckenbauer, responsável pela organização do Mundial.   


O ex-zagueiro é suspeito de ter cometido "irregularidades" para garantir que seu país vencesse a disputa para receber o torneio.   


Na ocasião, a Alemanha superou a África do Sul por apenas um voto (12 a 11).   


Também estão na mira da Fifa outros cinco cartolas, como o ex-presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB) Wolfgang Niersbach, investigado por supostamente não ter alertado a entidade sobre possíveis casos de corrupção.   


No ano passado, Beckenbauer já havia sido alvo de um inquérito por suspeita de ter violado o código de ética da Fifa ao não cooperar com as investigações sobre a escolha de Rússia e Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022, respectivamente.   


Além disso, jornais locais publicaram em 2015 que o ex-craque teria firmado um documento que comprova o pagamento de propina ao então presidente da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), Jack Warner.   


Assinado em 2000, quatro dias antes da escolha do Mundial de 2006, o arquivo previa uma série de amistosos e a destinação de parte do dinheiro arrecadado com a venda de ingressos para o próprio Warner, já banido do futebol.   


Ao assumir a presidência da Fifa, o ítalo-suíço Gianni Infantino prometeu iniciar uma era de transparência e limpar a imagem da entidade, manchada após os escândalos deflagrados pelo FBI no ano passado. (ANSA)
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