Cumprimentar Sanders não foi um ato político, diz Papa

VOO PAPAL E ROMA, 16 ABR (ANSA) - Antes de partir para Lesbos, na Grécia, na manhã deste sábado, dia 16, o papa Francisco cumprimentou o senador norte-americano e pré-candidato democrata Bernie Sanders, mas negou se tratar de um ato político.   

Durante o voo papal, retornando da Grécia, o Pontífice explicou a jornalistas que "quando eu estava saindo, ele estava ali, se alojava na Casa Santa Marta e sabia que horas eu sairia.   

Cumprimentei ele e a esposa, um aperto de mãos e nada mais. Isso se chama educação. Se alguém pensar que cumprimentar é se envolver na política, precisa procurar um psiquiatra".   

Segundo Sanders, "foi uma verdadeira honra para mim e minha esposa passar algum tempo com ele".   

O senador, que é judeu, é um grande admirador do Papa. "Acredito que seja um dos personagens mais extraordinários não só do nosso tempo, mas da história moderno", disse nas redes sociais. Sanders participou ontem do "Centesimus annus", um encontro sobre temas sociais, econômicos e ambientais organizado pela Pontifícia Academia de Ciências Sociais da Santa Sé.   

Ele seguiu para Roma logo após um acirrado debate com a rival Hillary Clinton, pouco antes das primárias em Nova York, uma etapa considerada decisiva na corrida pela nomeação no dia 19. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, havia negado na última quinta-feira (14) que o papa Francisco teria um encontro privado com o pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos. O Pontífice evita se envolver com candidatos políticos. (ANSA)
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