Mulheres sofrem mais com desemprego na Itália, aponta UE

ROMA, 26 ABR (ANSA) - O número de mulheres que trabalham em empregos formais na Itália é 20% menor do que a taxa da mão de obra masculina, informou um relatório divulgado pelo Instituto Europeu de Estatísticas (Eurostat) nesta terça-feira (26). O índice só fica atrás do registrado em Malta (27,8%), sendo o segundo pior entre os 28 membros da União Europeia.   

A diferença na taxa de emprego entre eles e elas na Itália está muito acima da média registrada no bloco - uma diferença de 11,6%. Os países com a menor disparidade entre empregos são a Finlândia, onde 71,8% das mulheres estão empregadas contra 73,9% dos homens (diferença de 2,1%), a Lituânia (diferença de 2,4%), a Letônia (4%) e a Suécia (4,2%).   

Os dados do Eurostat são apresentados como parâmetro para ver o desenvolvimento dos países da União Europeia em relação à meta proposta para 2020, em que todos os membros do bloco devem ter mais de 75% dos cidadãos entre os 20 e 64 anos no mercado de trabalho.   

Neste quesito, a Itália também está entre os piores resultados.   

O país tem cerca de 60,5% das pessoas nessa faixa etária ativas - mesmo índice da Croácia - e só acima da Grécia (54,9%). A Espanha também tem uma taxa baixa para os padrões europeus, com 62% dos cidadãos no mercado de trabalho.   

Na liderança, estão os países que já estão acima da meta estipulada para 2020: a Suécia tem 80,5% dos cidadãos entre os 20 e 64 anos empregados, seguida pela Alemanha (78%), o Reino Unido (76,9%), Dinamarca e Estônia (ambas com 76,5%) e Holanda (76,4%). A média europeia neste índice é de 70%. (ANSA)
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