Renzi não renunciará se PD perder eleições em Roma e Milão

ROMA, 8 JUN (ANSA) - O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, disse nesta quarta-feira, dia 8, que não vai deixar o cargo se o seu Partido Democrático (PD) perder as eleições municipais em Roma e Milão, programadas para o dia 19 de junho.   

Como já ocorreu tantas outras vezes na Itália, as eleições municipais, por abrangerem importantes cidades e capitais, têm um forte impacto nacional e representam um teste político para o governo Renzi.   

Questionado durante entrevista ao programa "Otto e Mezzo" se a derrota pode significar a queda do governo, o premier disse que "absolutamente não". "Nós já dissemos que nossa permanência no governo está ligada ao referendo Constitucional" de outubro, quando os italianos irão decidir sobre uma reforma no Senado, acrescentou. Segundo ele, o PD "certamente é o maior partido na Itália, sem sombra de dúvidas". Roma - A candidata do partido opositor italiano Movimento 5 Estrelas (M5S) Virginia Raggi venceu as eleições municipais de Roma, levando a legenda para o segundo turno do pleito e impondo uma importante conquista para os seguidores do comediante Beppe Grillo, líder do grupo. Ela disputará a Prefeitura contra Roberto Giachetti, do PD. O M5S definiu o resultado como "histórico" e prometeu "mudar todo" o panorama político italiano, de acordo com Grillo. Milão - Em Milão, os resultados foram apertados, com o candidato da centro-esquerda Giuseppe Sala com 41,69%, contra o da centro-direita, Stefano Parisi, com 40,7%, e também haverá um segundo turno. (ANSA)
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