Autópsia revela morte cruel e lenta de italianos em Daca

ROMA, 07 JUL (ANSA) - A autópsia dos corpos das nove vítimas italianas do ataque do último sábado (3) contra um restaurante de Daca, capital de Bangladesh, confirmou que elas sofreram tortura nas mãos do comando jihadista responsável pelo atentado.   

Os exames realizados em um hospital de Roma evidenciaram sinais de cortes provocados por armas afiadas - talvez facões -, mutilações, marcas de projéteis e traços de explosivos. Além disso, tudo indica que os italianos morreram lentamente.   

"Algumas vítimas faleceram por tiros de armas de fogo, outras por golpes de facão no pescoço, na nuca e no rosto. Foi uma longa noite de horror e agonia", afirmou nesta quinta-feira (7) o ministro das Relações Exteriores da Itália, Paolo Gentiloni, em uma audiência no Senado sobre o massacre.   

Ao todo, o ataque ao restaurante Holey Artisan Bakery, que fica em um bairro diplomático de Daca, deixou 20 mortos. A ação foi realizada por um comando de cinco jihadistas, e todos eles foram abatidos pelas forças de segurança. (ANSA)
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