Saiba como 'furar fila' nos principais museus da Itália

SÃO PAULO, 07 JUL (ANSA) - Além de levar multidões às belas praias do litoral da Itália, a chegada do verão europeu também provoca efeitos colaterais que podem estragar o passeio de qualquer um. Polos culturais como Roma, Florença e Veneza convivem com longas filas em seus principais museus, sob um calor que pode alcançar os 40ºC. Para não esperar horas intermináveis debaixo de sol, veja como "furar fila" em algumas das atrações mais visitadas do país: Coliseu de Roma - Ao contrário de muitos museus italianos, o Coliseu não oferece um sistema de reserva de horários online, mas ainda assim há formas de reduzir a espera. Uma delas é comprar o ingresso no site da atração (www.coopculture.it/il-colosseo.cfm) e escapar da fila da bilheteria. O bilhete custa 14 euros (R$ 51,8) e também vale para o Palatino e o Foro Romano, sítios arqueológicos vizinhos ao Anfiteatro Flaviano. Ele tem validade de dois dias a partir da primeira utilização, permite uma entrada em cada atração e pode ser impresso em casa. Outra opção é o Roma Pass, que custa 28 (R$ 103,6) e 36 euros (R$ 133,2) para 48 horas e três dias, respectivamente, e dá entrada gratuita nos dois primeiros museus ou sítios arqueológicos escolhidos pelo visitante, incluindo o Coliseu, que tem uma fila própria para portadores do passe. Além disso, o Roma Pass dá acesso gratuito aos meios de transporte da capital e ingressos a preço reduzido do terceiro museu em diante. A partir de 11 de julho, a versão de três dias será substituída por uma de 72 horas (na primeira, se você estrear o Roma Pass de noite, já terá perdido um dia), custando 38,5 euros (R$ 142,4). O cartão pode ser comprado pela internet, nos principais pontos turísticos da cidade e em estações de trem.   


Para quem prefere não usar a web, uma terceira saída é começar a visita pelo Palatino ou pelo Foro Romano, que têm filas menores.   


Como o ingresso é válido para o Coliseu, não será preciso passar pela bilheteria do anfiteatro. Museus Vaticanos - Situados no menor país do mundo, os famosos "museus do Papa" ostentam filas enormes durante boa parte do ano, principalmente na alta temporada. Para evitar perrengue, basta entrar no site da atração (www.museivaticani.va/) e comprar seu bilhete online por 20 euros (R$ 74). O tíquete tem horário marcado e também inclui a monumental Capela Sistina, que fica no fim do percurso. Na página ainda é possível adquirir ingressos para as aberturas noturnas do museu, que acontecem todas as sextas-feiras, até 28 de outubro. Basílica de São Pedro, Vaticano - Não é fácil entrar no principal templo do catolicismo, onde estão guardados os túmulos de diversos papas, incluindo o do popular João Paulo II.   


Mas há uma forma de conhecer a basílica sem precisar ficar horas e horas esperando sob a colunata da praça São Pedro. O Escritório de Escavações do Vaticano (Ufficio Scavi) oferece passeios guiados pelas necrópoles que estão embaixo da igreja e da praça. O tour tem um apelo especial para os católicos, já que leva ao local onde supostamente estão enterrados os restos mortais de São Pedro, uma das maiores relíquias da religião. O fim do passeio é justamente na Basílica de São Pedro, ou seja, você entra nela sem precisar pegar filas e de quebra conhece mais sobre a história do Vaticano e da própria Igreja. O bilhete custa 13 euros (R$ 48,1), e o interessado deve preencher um formulário no site www.scavi.va com o número de participantes e a data e a língua desejadas (há tours em português). A concretização da reserva depende da disponibilidade de guias, então o ideal é ter mais de uma data como opção para fazer o passeio. São permitidos apenas maiores de 15 anos, e o tour não é indicado para claustrofóbicos. Gallerie degli Uffizi, Florença - O maior e mais renomado museu renascentista do mundo é campeão de público em Florença, cidade bonita o suficiente para que ninguém queira perder tempo em longas filas. Disponíveis no site das galerias (www.uffizi.com), os bilhetes com horário marcado custam a bagatela de 22,5 euros (R$ 83,2). Não é nenhuma pechincha, mas evita um sofrimento desnecessário, ainda que alguma espera seja inevitável. Galleria dell'Accademia, Florença - Este pequeno museu florentino vale a pena sobretudo por abrigar o colossal Davi de Michelangelo, uma das joias renascentistas da capital da Toscana. Na página da galeria (www.galleriaaccademiafirenze.beniculturali.it) são vendidos ingressos com horário marcado por 18,5 euros (R$ 68,4).   


Torre de Pisa - A famosa torre inclinada é uma das atrações mais populares da Itália. Se você não quiser correr o risco de ficar do lado de fora com turistas se contorcendo para fingir que estão segurando a construção, basta acessar a página www.opapisa.it e comprar um ingresso com horário agendado por 18 euros (R$ 66,6). A visita dura 35 minutos, e a subida até o topo tem 251 degraus. Pompeia - Situado nos arredores de Nápoles, o sítio arqueológico mais famoso da Itália não oferece entradas com horário marcado, mas comprar o bilhete pelo site www.pompeiisites.org evita filas de bilheteria. A entrada custa 13 euros (R$ 48,1) e vale para um único dia. Também há tíquetes para o sítio de Ercolano. Palazzo Ducale, Veneza - Antiga moradia dos doges de Veneza, o palácio situado na praça San Marco conta com longas filas de janeiro a janeiro, e a melhor maneira de minimizar a espera é comprar um bilhete sem horário marcado por meio do site palazzoducale.visitmuve.it. A entrada custa 19,50 euros (R$ 72,1) e também serve para as outras atrações da praça: Museu Correr, Museu Arqueológico Nacional e Biblioteca Marciana. Basílica de San Marco, Veneza - Localizada ao lado do Palazzo Ducale, a basílica vende ingressos com horário agendado por 2 euros (R$ 7,4). Basta entrar no site www.basilicasanmarco.it para fugir das filas sempre presentes na porta da igreja. Museu Egípcio de Turim - Considerado o principal museu egípcio fora do próprio Egito, este centro arqueológico situado na capital do Piemonte atrai centenas de milhares de visitantes todos os anos. Para escapar das filas, é preciso entrar no site www.museoegizio.it e agendar seu ingresso por 17 euros (R$ 62,9). (ANSA)
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