Convenção democrata começa com tensão e gritos de 'Bernie'

FILADÉLFIA, 25 JUL (ANSA) - Se a convenção republicana da semana passada mostrou - à exceção do senador Ted Cruz - um projeto de união em torno do magnata Donald Trump, o mesmo não se pode dizer da democrata, que iniciou nesta segunda-feira (25) com gritos de "Bernie".   

Derrotado pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton nas prévias do primeiro semestre, o senador por Vermont Bernie Sanders não participou do primeiro dia da convenção do partido, que acontece na Filadélfia, mas seu nome se fez ouvir em diversas ocasiões.   

A cada vez que o nome de Hillary era pronunciado, adeptos do autoproclamado socialista vaiavam e entoavam o grito de "Bernie", ignorando os apelos por calma e união. Em determinado momento, os eleitores dos dois políticos começaram a gritar uns contra os outros.   

"Somos todos democratas e devemos nos comportar como tal", declarou a presidente da convenção, Marcia Fudge, em uma vã tentativa de acalmar os ânimos. O próprio Sanders enviou uma mensagem pedindo a seus apoiadores que não protestassem durante o evento, que oficializará a candidatura de Hillary à Presidência.   

"Devemos derrotar Donald Trump e fazer o possível para eleger Hillary Clinton para a Casa Branca", escreveu o senador no Twitter. Antes do início oficial da convenção, ele já havia discursado em defesa da ex-rival aos seus delegados, que responderam com vaias.   

Recentemente, um vazamento de emails indicou que a cúpula democrata agiu para beneficiar a ex-primeira-dama nas prévias, criando um clima de tensão para o evento. (ANSA)
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