Itália relembra pior ataque terrorista do pós-guerra no país

ROMA, 02 AGO (ANSA) - A Itália relembrou nesta terça-feira (2) o massacre ocorrido na Estação Central de Bolonha, que matou 85 pessoas e feriu mais de 200 há exatos 36 anos.   

Realizado por meio de uma bomba-relógio dentro de uma mala abandonada, o atentado foi atribuído a militantes do grupo neofascista Núcleos Armados Revolucionários (NAR) e se tornou o pior ataque terrorista do pós-guerra no país. No entanto, seus reais mandantes continuam desconhecidos.   

"O massacre de Bolonha fez parte de uma estratégia que tinha como objetivo desestabilizar as instituições, e sua matriz foi definida pelas conclusões judiciárias. Mas restam ainda perguntas sem resposta", declarou o presidente da República Sergio Mattarella, que pediu a "plena verdade" no caso.   

Em Bolonha, o prefeito Virginio Merola comandou uma manifestação na Estação Central em memória das vítimas e disse que é preciso "dar um sentido" aos 36 anos de dor das pessoas que perderam entes queridos na tragédia. (ANSA)
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