Papa condena 'brutal' ataque a hospital no Paquistão

CIDADE DO VATICANO, 9 AGO (ANSA) - O papa Francisco lamentou o atentado suicida realizado em um hospital em Quetta, no Paquistão, no começo desta semana, que deixou aos menos 70 mortos, dizendo se tratar de "um brutal e sem sentido ato de violência".   

Preocupado, o líder da Igreja católica enviou uma mensagem às autoridades eclesiásticas e civis do Paquistão.   

"Profundamente entristecido ao saber das numerosas vítimas do ataque a um hospital em Quetta, o Papa envia suas sinceras condolências aos parentes das vítimas, às autoridades e a toda a nação, enquanto garante as suas orações pelos feridos deste brutal e sem sentido ato de violência", explicou o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin. O "Papa pede para todos que estão de luto e que foram afetados pela tragédia, dons divinos de consolação e força", concluiu a mensagem. Histórico - Ao menos 70 pessoas morreram e mais de 90 ficaram feridas em um atentado suicida realizado em um hospital em Quetta, no Paquistão, na última segunda-feira, dia 8. A explosão aconteceu pouco após o corpo de Bilal Kasi, um importante advogado da região, ter sido levado ao local. Ele foi morto em um tiroteio. O grupo extremista Jamaat-ur-Ahrar, ligado ao Talibã paquistanês, reivindicou a responsabilidade do ataque.   

Testemunhas descrevem uma cena terrível, com pedaços de corpos, sangue e cacos de vidro espalhados pelas imediações do hospital e dezenas de pessoas chorando. (ANSA)
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