Trump sugere que eleitores 'atirem' em Hillary Clinton

NOVA YORK, 9 AGO (ANSA) - O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, roubou a cena novamente nesta terça-feira (9) com outra declaração polêmica. O magnata "sugeriu" que seus eleitores atirassem em sua rival, a democrata Hillary Clinton, que defende mudanças na legislação de compra de armas de fogo. "O povo do segunda emenda poderia interromper Hillary", disse Trump em um comício, referindo-se à seção da Constituição que autoriza o porte de arma nos Estados Unidos. Hillary, por sua vez, respondeu à provocação. "Uma pessoa que instiga a violência não pode se tornar presidente. Por isto, Trump é perigoso", disse. Em junho, um atirador abriu fogo contra uma boate LGBT em Orlando, matando 50 pessoas. O ataque reacendeu o debate sobre a comercialização de arma de fogo nos Estados Unidos. Assim como Hillary, o presidente Barack Obama também pede mudanças na legislação.   

Quatro presidentes dos EUA já foram assassinados durante seus mandatos. Em abril de 1865, Abraham Lincoln foi morto enquanto assista a uma peça no Teatro Ford, em Washington. James A. Garfield foi morto em 14 de setembro de 1901. Já William McKinley foi assassinato em 6 de setembro de 1901, em Nova York. O último presidente assassinado da história dos EUA foi J.F.   

Kennedy em 22 de novembro de 1963. (ANSA)
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